Nilton Lincopan, docente do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, explica que algumas bactérias que apresentaram resistência se adaptaram de melhor forma à interface humana, ambiental e animal.
O projeto fez parte da tese de doutorado do doutor em Farmacologia pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP Cláudio Fukumori, com orientação da professora Luciana Lopes, do Departamento de Farmacologia. A inovação une nanotecnologia ao uso de fármacos quimioterápicos para melhorar o tratamento de doenças oncológicas.
Produzir essas moléculas não é como fabricar um comprimido qualquer. “Os hormônios proteicos têm uma estrutura muito frágil, que se degrada com facilidade. As empresas que criaram os análogos de GLP-1 têm um conhecimento de décadas sobre como processá-los”, explica José Donato Júnior, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP).
Tem um debate silencioso que acontece em cozinhas brasileiras há décadas: jogar fora ou não a água de molho do feijão antes de levar os grãos à panela? Metade das pessoas descarta sem pensar duas vezes, a outra metade aproveita tudo achando que está preservando nutrientes. O que a ciência mostra, porém, é que essa decisão tem consequências reais para a digestão, para a absorção de minerais e até para o sabor final do feijão. A resposta, confirmada por pesquisadores da Embrapa e do Centro de...
"Quando você treina, as adaptações dependem de uma série de respostas celulares que acontecem logo depois do exercício. Se você tem uma chuva de moléculas tóxicas que vão danificando suas proteínas, esses processos celulares ficam prejudicados", diz Guilherme Artioli, pesquisador e professor no Instituto de Ciências Biomédicas da USP.
“Hoje você consegue medir o quanto aquele treino impactou no organismo do atleta e ajustar a carga de acordo com cada pessoa. Ficou tudo individualizado”, explica Guilherme Artioli, pesquisador do Grupo de Pesquisa em Fisiologia Aplicada e Nutrição da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e professor do Instituto de Ciências Biomédicas da mesma universidade. “Nesse sentido, não tem mais aquela coisa de o time inteiro treinar igual e, se você não está conseguindo, você é um fraco.”