Sediado no campus da USP da capital, centro ampliará a infraestrutura de pesquisa, fortalecerá a cooperação científica internacional e impulsionará o desenvolvimento de vacinas, diagnósticos e novas terapias nos próximos cinco anos.
Centro também liderará monitoramento de COâ em projeto que pretende implantar primeira usina paulista de captura e armazenamento de carbono do etanol.
Em parceria com a Poli-USP, Cepetro aplicará tecnologia de sísmica 4D no CTCCSBio para garantir a segurança geológica e viabilizar biocombustível com pegada de carbono negativa.
Ainda que fatores climáticos sejam importantes fatores determinantes da doença, pesquisadores do IPSP (Institut Pasteur de São Paulo) avaliam que parte das ocorrências de surtos tenham explicações em uma escala muito mais detalhada nos territórios urbanos.
O Institut Pasteur de São Paulo (IPSP), sediado na USP, implantou uma estrutura técnica ainda pouco comum em instituições científicas brasileiras. O instituto passou a contar com profissionais permanentes dedicados à preservação, padronização e transferência do conhecimento técnico produzido internamente, criando uma espécie de “memória técnica institucional” voltada à continuidade das atividades científicas.
Segundo o professor Bruno Souza Carmo, diretor do Programa de Descarbonização do RCGI da USP (Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa da Universidade de São Paulo), a captura direta de carbono do ar (da sigla DAC) ainda é um processo com custo elevado, pois o CO2 está diluído na atmosfera.