Segundo pesquisadores do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC), aproximadamente 280 compostos já foram identificados na fração volátil de azeites virgens. Desse total, cerca de 20 contribuem para as características sensoriais do produto. Isso significa que apenas uma pequena parcela dessas substâncias participa diretamente da formação do aroma característico.
O “ICB em Pauta” é produzido pelo Núcleo de Comunicação do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, em parceria com a Agência Acadêmica de Jornalismo Científico.
A pesquisa A Cara da Democracia — realizada em julho por pesquisadores de Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Unicamp e Universidade de Brasília — mostra que 57% dos brasileiros confiam nas universidades públicas e 40% confiam pouco ou não confiam. O Catálogo de Dados que o Centro SoU_Ciência, da Universidade Federal de São Paulo, e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência lançaram ajuda a entender o motivo.
O estudo integra as atividades do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Alimentos (INCT FoRC), rede de pesquisa coordenada pela USP. Os resultados preliminares apontaram reduções na viabilidade das células de 20% a 90% para as fibras de pitanga e de 20% a 60% para as de cambuci, em comparação com células que não receberam tratamento.
Relato de caso de paciente mostra como alterações causadas pela infecção podem dificultar o diagnóstico da doença, transmitida por inseto e endêmica no Brasil. O relato foi publicado na revista Discover Medicine por pesquisadores do ICB-USP e colaboradores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
“Cientistas estão preocupados com seus laboratórios, mas, muito além disso, com o desenvolvimento do país. É uma questão estratégica”, avalia Maria Angélica Pedra Minhoto, coordenadora do Centro de Estudos Sociedade, Universidade e Ciência, o Sou_Ciência, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).